O Museu da Língua Portuguesa em 3 tempos
O museu foi um espetáculo para todos os meus sentidos em todos os sentidos. Já tinha ouvido comentários excelentes a respeito da exposição do Guimarães, sobre a interatividade e modernidade. Mas, pela primeira vez, chorei dentro de um museu. Lágrimas apareceram, sem pedir licença, sobre a língua-mãe. E deixei-me emocionar com as palavras - e imagens projetadas - de poetas e compositores já há muito conhecidos e apreciados. Senti as nuances da alma-mulher saltar para fora aos acordes de "Paratodos" ou na voz de Bethânia lendo as Veredas de Guimarães. Foi um deleite para a estudante de letras, para a professora, mas, acima de tudo, para a brasileira.
Primeiro tempo: As Veredas de Guimarães

Segundo tempo: As projeções e a poesia

Terceiro tempo: a interatividade

Os filmes de 2007
.:1:. Mais estranho que a ficção
.:2:. Os segredos de Beethoven
.:3:. Diamante de sangue
.:4:. O ilusionista
.:5:. Eragon
.:6:. Noite no museu

.:1:. Com um ótimo elenco, leia-se Will Ferrell de Saturday Night Live, Emma Thompson, Dustin Hoffmann e Maggie Gyllenhaal (por mim ainda desconhecida mas agora já consta na lista de busca de filmografia), o filme será difícil de ser desbancado de meu primeiro lugar na lista. Além de ter todos os ingredientes que me seduzem ao assistir um filme - roteiro bem amarrado, diálogos que você precisa assistir novamente, personagens complexos e sair do cinema pensando - ainda há um final surpreendente e lições de vida melhores do que um livrinho de auto-ajuda. A trilha sonora é perfeita. Será um grande desperdício se o título não levar nenhuma estatueta para casa no dia da entrega do Oscar. Procure assistí-lo. Vale muito a pena.
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